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O que estaria escrito no obituário do seu negócio?

A pergunta é dura, mas necessária. Se sua empresa fechasse as portas em 25 anos, o que restaria dela?

O que estaria escrito no obituário do seu negócio?

A pergunta é dura, mas necessária.

Se sua empresa fechasse as portas em 25 anos, o que restaria dela?

“Aqui jaz uma empresa que faturou milhões, mas nunca soube para quê.”

“Faliu copiando outros, sem nunca ter tido uma voz própria.”

A ideia veio de Marty Neumeier (autor de The Brand Gap). Escrever o obituário do seu negócio não é sobre morte. É sobre entender o que faz ele valer a pena enquanto está vivo.

O exercício responde três perguntas que a maioria dos gestores evita:

1️⃣ Quem é você?

Não a descrição do produto, mas o que sua empresa representa para clientes, colaboradores e mercado.

Exemplo: Uma construtora não “vende imóveis”. Garante que famílias construam histórias em lugares seguros.

2️⃣ Qual é a sua razão de existir?

Não o lucro, mas o propósito que justifica cada escolha.

Exemplo: Uma marca de nutrição animal não “fabrica ração”. Cria soluções para que produtores sustentem seus negócios com qualidade.

3️⃣ O que você quer deixar?

Não um balanço patrimonial, mas o legado que continua após você.

Exemplo: Uma incorporadora não “entrega apartamentos”. Projeta espaços que moldam a maneira como as pessoas vivem.

Negócios que ignoram isso viram commodities. São lembrados pelo preço, esquecidos pelo valor.

Se o obituário da sua empresa for apenas números e transações, o problema não está no futuro. Está no presente.

Marcas com legado não nascem de campanhas de marketing ou discursos bonitos. Nascem de respostas claras a perguntas difíceis.

Comece a respondê-las hoje.

Não é sobre branding. É sobre sobrevivência.

Quem não sabe por que existe está sempre a um passo de deixar de existir.

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