Olha, quem nunca ficou de olho no que o concorrente faz? Isso parece quase automático. Você vê uma movimentação chamando atenção, uma estratégia viralizando ou alguma novidade ganhando like, e logo bate o pensamento: “Devo fazer igual também?”
A grande questão é que, no fundo, nem tudo que brilha na vitrine dos outros vai funcionar pra você. E isso não é só conversa; é o que Philip Kotler, referência do marketing, ensina desde sempre. O que ele fala? Que nenhum movimento faz sentido se você não entende, de verdade, qual é a dor do seu público e qual valor único sua marca entrega. Copiar sem esse olhar é gastar energia à toa.
Agora deixa eu abrir parênteses aqui: seguir tendências pode parecer tentador, mas nem sempre é o melhor caminho. Olha só esses pontos para pensar antes de mergulhar de cabeça em qualquer modinha.

popularidade vs relevância.
É crucial entender a distinção entre seguir tendências e ter um propósito claro. Tendências são movimentos externos, muitas vezes efêmeros, que podem gerar popularidade momentânea. No entanto, o propósito é a essência interna da sua marca, o ‘porquê’ ela existe, o problema que ela resolve e o valor que ela entrega de forma autêntica. Enquanto a popularidade pode ser um pico de atenção, a relevância, impulsionada pelo propósito, constrói uma conexão duradoura e uma autoridade inabalável. Focar no propósito significa investir em algo que transcende modismos, garantindo que sua marca permaneça significativa para seu público a longo prazo.
- Tendências mudam rápido: O que está em alta hoje pode ficar batido amanhã, deixando sua marca vulnerável e sem identidade clara.
- Nem toda tendência serve para qualquer público: Às vezes, sua audiência nem se conecta com aquele formato que está viralizando ou nem consome aquele tipo de conteúdo.
- Boas ideias perdem força quando viram cópia: Quando todo mundo faz igual, ninguém se destaca — a diferenciação, que Kotler e Marty Neumeier tanto defendem, vai embora rapidinho.
- Relevância é diferente de popularidade: Só porque algo fez barulho não quer dizer que gera resultado para o seu objetivo ou para o seu cliente.
Agora, voltando à essência, o Marty Neumeier, que é referência em branding, traz aquele conselho valioso — seja original, busque sua voz, tenha coragem de não seguir a moda só para parecer atualizado. O tal do “zag”, lembra? É esse movimento de ser você mesmo, de ousar quando todo mundo vai pelo caminho mais fácil.
Pega inspiração, estude o mercado, sem dúvida. Mas jamais esqueça de olhar primeiro para dentro: o que faz sentido para sua marca, qual é o motivo por trás de cada passo e como você pode entregar uma experiência única?
Resumindo
- Inspire-se no que vê por aí, mas adapte pro seu contexto.
- Analise tendências antes de embarcar nelas — veja se tem real conexão com o que faz sentido para você e para sua audiência.
- Coloque sempre sua essência e sua proposta de valor em primeiro lugar.
Quer criar autoridade e ser lembrado de verdade? Foque no que te diferencia, no que só você pode entregar. Se precisar de ajuda para deixar seu posicionamento mais claro e traduzir isso em ações práticas, chama aqui. Você não precisa seguir a onda pra construir uma marca memorável — pode (e deve!) criar o seu próprio caminho. Vamos conversar sobre isso?